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22 de nov. de 2010

W3C Brasil discute open government

Governo prepara política de dados abertos para órgãos públicos 

:: Luís Osvaldo Grossmann 
:: Convergência Digital :: 22/11/2010
O governo brasileiro prepara uma norma para incentivar os diferentes órgãos da administração pública a disponibilizarem, gradativamente, todas as informações que possuem na internet. A aplicação prática dessa política de dados abertos, no entanto, dependerá do ritmo a ser definido pelo nova administração, de Dilma Roussef, a partir de janeiro do próximo ano.
“O objetivo é soltar os dados para que eles sejam recombináveis tantas vezes e de quantas formas o cidadão quiser fazer. Estamos trabalhando em uma norma sobre o assunto e isso logo será anunciado. A tramitação tem sido tranquila no governo”, adianta a diretora do departamento de Integração de Sistemas de Informação da SLTI, Nazaré Bretas.
Segundo Bretas, a norma buscará incentivar a disponibilização dos dados, ficando a parte de regulação voltada à forma de apresentação dessas informações, de maneira a que seja dado um tratamento similar pelos diferentes órgãos públicos. “Os órgãos vão primeiramente escolher os primeiros dados a serem disponibilizados, com a ideia de que gradativamente sejam ampliadas essas informações”, explica ela.
A questão da interoperabilidade das bases de dados já estaria garantida com base nos procedimentos definidos pelos padrões e-ping. Mas a diretora do departamento de Integração de Sistemas de Informação da SLTI - a Secretaria de Logística e TI do Ministério do Planejamento - evita arriscar uma data para que a norma dos “dados abertos” seja tornada pública.
“Certamente não acontecerá ainda neste ano e, na verdade, vamos depender do que o governo da presidente Dilma Roussef decidir”, admite. Nazaré Bretas participou nesta segunda-feira, 22/11, de uma conferência promovida pelo consórcio W3C sobre governo eletrônico. No evento, a abertura de informações via web aos cidadãos foi tratada como o próximo passo de qualquer iniciativa de e-gov.



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28 de out. de 2010

10º Encontro Ibero-latino-americano de Governo Eletrônico



O Grupo de Governo Eletrônico da UFSC, formado por pesquisadores da pós-graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (EGC) e em Direito (CPGD), em parceria com a Universidade de Zaragoza - Espanha, convida para o

10º Encontro Ibero-latino-americano de
  Governo Eletrônico e Inclusão Digital
Local: Auditório do CCJ (Direito) da UFSC - Florianópolis.

4/11 (quinta-feira): palestras nacionais e internacionais, lançamento de livros
5/11 (sexta-feira): apresentação dos artigos selecionados

Veja a programação e faça a inscrição em
 
http://encontroegov.blogspot.com/

Inscrição antecipada e gratuita. Os que assinarem a lista de presença receberão
o certificado emitido pela Pró-reitoria de Pesquisa e Extensão da UFSC.

Vagas limitadas.

Maiores informações pelo fone 48-37219805 ou airtonruschel@gmail.com
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18 de out. de 2010

Geoprocessamento com aplicativo TerraView

Aírton José Ruschel

Conforme notícia divulgada pela Agência FAPESP, o Centro de Estudos da Metrópole (CEM), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da FAPESP, em parceria com a Divisão de Processamento de Imagens do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), realiza treinamentos de geoprocessamento com o software livre TerraView – Política Social. O objetivo é dar suporte a usuários não especialistas voltados, principalmente, para a área de políticas sociais, como educação, saúde, transferência de renda e habitação, a partir do software TerraView, desenvolvido pelo Inpe.

O software TerraView é desenvolvido em software livre a partir da biblioteca de geoprocessamento TerraLib para visualização e exploração de dados geográficos. O uso de mapas georreferenciados para apoiar a análise de dados para a decisão de políticas sociais, é considerado uma ação de governo eletrônico.

Veja a Mapoteca do CEM no link http://www.centrodametropole.org.br/
O TerraView pode ser baixado para uso gratuito no site do TerraView do INPE.
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5 de out. de 2010

India cria ID biométrico para 1,2 bilhão de residentes

Aírton José Ruschel

O número do UID (documento de identidade único) será armazenado em um banco de dados central e poderá ser verificado on-line. Este número deve abranger todas os documentos da vida do cidadão - para os passaportes, as contas bancárias, os programas de bem-estar social, serviços de telefone ou passagens de avião, entre outros. O UID poderá ser verificado através de dados biométricos individuais, tais como impressões digitais e escaneamento de íris (foto) e irá incluir informações pessoais. Este plano está sendo desenvolvido pela agência indiana UIDAI.

A Índia, por ser um país continental, populoso e com disparidades sociais, mantém grande parte da população na pobreza e à margem do processo de modernização do país. A ideia é incluir o cidadão aos programas de bem-estar social, mantendo controle estatal sobre isto, e desenvolvendo o plano de governo eletrônico da Índia.


Leia mais sobre o UID no site Comunidades Digitais.
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30 de set. de 2010

Inovação: Escola do futuro

Aírton José Ruschel

Computação em nuvem, realidade aumentada, mobile-learning, aplicações para e-readers, RFID e Human 2.0. A lista das tecnologias emergentes em diferentes fases de teste e implementação na Fundação Bradesco impressiona. A instituição, que congrega 40 colégios e 111 mil alunos presenciais, além de escola virtual presente em 50% dos municípios brasileiros, definiu o ano de 2012 como prazo máximo para posicionar suas escolas entre as melhores de cada Estado. A liderança em inovação tecnológica no seu mercado é uma das duas frentes em que a TI atua, na estratégia para concretizar a visão da empresa. A outra é a busca por excelência operacional em tecnologia, com impactos de curto prazo.

Na instituição, a pesquisa e inovação tecnológica está a cargo de 25 profissionais e 18 estagiários alocados no Bradesco Instituto de Tecnologia (BIT). A criatividade é fortalecida por meio de um orçamento próprio (R$ 4,5 milhões, 19% do orçamento de TI) e estrutura independente. No último ano, 22 propostas entraram no radar. Destas, quatro resultaram em projetos que já foram implementados, total ou parcialmente. É o caso do diário eletrônico, que eliminou o equivalente em papel e permitiu aos professores o controle de notas, presença, aulas ministradas e outras atividades por meio de PC ou notebook. Outro exemplo são os painéis digitais de informações, solução de BI que permite geração automática de painéis de bordo e cockpits, dando às unidades de negócios e escolas acesso a informações importantes para tomada de decisão e para comparação de resultados, por meio de tela sensível ao toque. "Muitas inovações que incluímos no nosso portfólio ainda não têm relação custo-benefício viável no curto prazo, mas já sabemos que são possíveis tecnologicamente", explica Nivaldo Marcusso, CIO da Fundação.

Marcusso avalia que o processo de inovação em TI na Fundação Bradesco é espontâneo, embora estruturado e baseado em análise das demandas do negócio e das tendências tecnológicas. As soluções desenvolvidas levam em consideração os alunos do presente e do futuro e ficam em um portfólio à disposição dos segmentos educacionais. Para medir o processo de inovação em TI, a Fundação Bradesco faz uso de indicadores baseados no número de soluções desenvolvias, inseridas no portfólio e adotadas pelas unidades de negócios. Segundo Marcusso, são usados painéis de controle e cockpits baseados na metodologia do BSC, tanto para negócios quanto para acompanhar o processo de inovação. "Nos negócios, o índice de eficiência operacional (IEO) é a principal métrica da entrega de valor da TI e do processo de inovação", finaliza.

Veja a reportagem da inovação em ITWEB

http://observatoriodoegov.blogspot.com/2009/07/fundacao-bradesco-e-laboratorio-de-ti.html
http://observatoriodoegov.blogspot.com/2009/04/m-gov-o-m-gov-e-fronteiras-do.html
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15 de set. de 2010

Gerenciamento de conteúdo

As tecnologias da Web têm levado a uma difusão do uso de sites, wikis, blogs na internet. Os internautas podem criar e gerenciar suas próprias páginas. Novas ferramentas surgem para facilitar a criação e o uso de templates, bem como de tags que superem as páginas personalisadas e as agreguem em verdadeiros repositórios de conteúdo gerenciáveis em busca do conhecimento armazenado.

Content Management Systems (CMS) é um sistema direcionado à administração e gerenciamento do conteúdo voltado para a publicação, para os processos de seleção, aprovação e edição dos conteúdos. Conforme levantamento feito pelo grupo de jornalismo eletrônico da UFSC os sistemas de CMS são divididos em:

CMS livres: Drupal, Joomla, Mambo, MediaWiki, Hermes CMS, Expression Engine, etc.
CMS proprietários: CoreMedia CMS, Milenium Cross Media, Notitia, Vinas, Vignette, Sherpa CMS, etc.

O grupo de governo eletrônico da UFSC que usa hoje o blogspot para divulgar as iniciativas de e-gov, estuda a qualificação e o gerenciamento do conteúdo que disponibiliza na Web, passando a utilizar um CMS livre.

Fontes:
http://en.wikipedia.org/wiki/Content_management_system
http://jornalismoonlineufsc.blogspot.com/
http://ciberjornalismobr.blogspot.com/
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23 de ago. de 2010

Santa Catarina tem 1 celular por 1 habitante. E o egov?

Em julho, a Anatel registrou a habilitação de 1,886 milhão de novas linhas de celular, número superior às adesões de junho (1,424 milhão de novas linhas de celular), mas distante do desempenho de maio (2,945 milhões).  Com os dados de julho, o número de acessos móveis chegou a 187.021.171 em todo o país. Considerando a teledensidade (número de linhas para cada 100 habitantes), em julho, Santa Catarina passou a compor o seleto grupo de estados que possuem mais de um acesso móvel por habitante:
• Distrito Federal: 165,97
• São Paulo: 114,27
• Mato Grosso do Sul: 110,66
• Rio de Janeiro: 108,63
• Rio Grande do Sul: 105,33
• Mato Grosso: 103,07
• Goiás: 102,60
• Espírito Santo: 101,76
• Santa Catarina: 100,73


Os pesquisadores do governo eletrônico estudam de que maneira aproximar todo este potencial de comunicação personalizada com os aplicativos e interfaces dos sistemas governamentais. Mais do que a tecnologia permitir este contato virtual, são necessárias atualizações na legislação vigente. O grupo de estudos do e-judiciário planeja ver de que forma o cidadão possuidor de um email, ou de um número de aparelho celular, pode ser citado sobre seu envolvimento num processo judicial. Além disto, considerando a ubiquidade, o juiz poderá despachar uma ação de saneamento do processo, utilizando seu aparato eletrônico (aparelho celular, i-pad, i-pod, ou netbook) conectado à rede de celulares ou rede de internet. 

Leia a notícia completa em CidadeBiz
Veja também internet móvel ,  ubiquidade

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SID 2010 - Simposio Argentino de Informática y Derecho

[...] Mucho se ha avanzado desde entonces en la relación entre Derecho e Informática, pero son cada vez más las cuestiones que, en razón del desarrollo tecnológico, la realidad nos propone y es cada vez más necesaria la búsqueda de la excelencia, la creatividad, y el esfuerzo compartido para avanzar en un único y superior sentido: el mejoramiento de la sociedad. De ahí la permanente actualidad, vigencia y crecimiento del SID. Con el mismo espíritu pionero del primer día, la comunidad académico-científica de "Informática y Derecho" de Latinoamérica, se reúne en Buenos Aires - Argentina, en torno al SID 2010, para compartir, aprender, debatir y proponer.

O Simpósio Argentino de Informática e Direito de 2010 faz parte do  39 Jaiio - Jornadas Argentinas de Informática) e será realizado em 30 e 31 de agosto na UADE - Universidade Argentina de La Empresa.

O grupo de governo eletrônico da UFSC participará do SID 2010.

Veja a programação do SID 2010.
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31 de jul. de 2010

Ampliando a possibilidade de análise no e-gov

Aírton José Ruschel

Um dos atuais problemas da gestão da informação é a manipulação da grande disponibilidade de dados em diferentes fontes para a execução de análises para a tomada de decisão. Os subsistemas que compõe o sistema de justiça (polícia e judiciário) carecem de interfaces que facilitem este trabalho. 

Uma solução apresentada e que já está sendo utilizada  pé a tela multitouch da Empresa de Tecnologia Oppitz. O sistema permite que o analista acesse digitalmente diferentes fontes de dados (sistema corporativo, internet, mapas, fotos, figuras) e desenvolva sua análise fazendo anotações com a caneta digital. Sua lógica de análise será captada por um software de retaguarda tipo power point. Posteriormente, sem a necessidade de acesso às bases analisadas, o trabalho realizado pelo analista poderá ser compartilhado com os demais tomadores de decisão.

Dentro do contexto do governo eletrônico aplicado ao judiciário (e-judiciário) Ruschel pesquisa a aplicação desta tecnologia para auxiliar o juiz na análise dos processos e na tomada de decisão de saneamento do processo judicial, facilitando assim o registro informatizado da sua lógica de trabalho (conhecimentoe da tecnificação do despacho de saneamento.

Veja aqui as questões do Saneamento do Processo Eletrônico

Veja a Polícia Militar de Santa Catarina utilizando a solução Oppitz.



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14 de jul. de 2010

TV Digital ainda é restrita devido ao alto custo no Brasil

Aírton José Ruschel

Para o assessor especial da Presidência da República para a Área de Políticas Públicas em Comunicação, André Barbosa, a meta é facilitar, principalmente, o acesso ao conversor de TV digital pelas classes D e E (que representam 30% da população brasileira – cerca de 16 milhões de famílias de um total de 54 milhões). De acordo com Barbosa, além de ter em casa uma melhor qualidade de imagem e som, os consumidores de baixa renda poderão ter acesso aos serviços de interatividade como a marcação de consultas médicas em órgãos públicos, educação a distância e compra de produtos.  Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital  Terrestre 

O ano de 2013 foi definido por decreto presidencial como o marco para tornar obrigatória a cobertura da TV digital em todo o país. Em 2016, o sistema analógico será extinto. O presidente do fórum, Frederico Nogueira, informou que o Brasil tem avançado com velocidade acima da de muitos países com o mesmo perfil econômico e, de 2007 até agora, o processo de migração do sistema analógico para o digital já atingiu 7 milhões de aparelhos. Fonte: CidadeBiz

 
Barbosa foi um dos palestrantes da 8º edição do Encontro Ibero-latino-americano de governo eletrônico e inclusão digital, no qual discorreu sobre a TV Digital e sua importância nas aplicações do governo.  

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21 de jun. de 2010

Judiciário lança Ensino à Distância no Moodle

Aírton José Ruschel

O Conselho Nacional de Justiça disponibilizou para o judiciário brasileiro um ambiente de Ensino à Distância (Ead) no software livre Moodle para a formação de tutores e coordenadores de educação a distância que irão replicar a metodologia e o conhecimento nos 91 tribunais brasileiros. Os treinamentos têm como objetivo colaborar para a implantação do EaD no Poder Judiciário, buscando o alcance das Metas de Nivelamento 6  (Capacitar o administrador de cada unidade judiciária em gestão de pessoas e de processos de trabalho, para imediata implantação de métodos de gerenciamento de rotinas) e Prioritária 5, (Implantar método de gerenciamento de rotinas no 1º grau). Também é almejada a criação um centro de capacitação de servidores. Conforme o CNJ o foco no EaD se deve a suas vantagens:
  • Diversificação e ampliação da oferta de cursos;
  • Permanência do aluno em seu ambiente profissional e familiar;
  • Flexibilidade nos requisitos de espaço, tempo e ritmo de aprendizagem;
  • Foco multidisciplinar dos cursos (conteudista, ilustrador, desenhista instrucional, programador, pedagogo, tutor);
  • Otimização de recursos orçamentários;
  • Criação de redes colaborativas;
  • Gestão e valorização do conhecimento de servidores e magistrados.
A interface do Ead do CNJ pode ser acessada em http://www.cnj.jus.br/eadcnj/ 

Conheça mais sobre o ambiente Moodle em http://moodle.org/


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10 de jun. de 2010

Escola da Magistratura discute o Processo Eletrônico


A Esmesc realizou no dia 29 de maio de 2010, a IV Jornada ESMESC, e contou com 120 participantes dentre Magistrados, servidores da Justiça catarinense, alunos e ex-alunos da Esmesc e de diversas instituições de ensino superior catarinense.  

Neste ano, devido às significativas mudanças nos procedimentos judiciais introduzidas pela Lei 11.419/06, o tema escolhido foi “O Processo Eletrônico como Instrumento de Acesso à Justiça”.
No evento demonstrou-se que as novas ferramentas tecnológicas postas a serviço da Justiça são de grande relevância para tornar mais ágeis os procedimentos judiciais, mas devem ser utilizadas com cautela.
Seguem abaixo as apresentações de alguns dos Palestrantes presentes:
Alexandre Golin Krames: clique aqui
Aírton José Ruschel: clique aqui
Desembargador Jorge Henrique Schaefer Martins: clique aqui
Giovanni Moresco: clique aqui

Conheça a ESMESC
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8 de jun. de 2010

GT e-justiça discutiu o Processo Eletrônico

Aírton José Ruschel

O Grupo de Pesquisa em Governo Eletrônico da UFSC (PPGEGC e PPGD) promoveu o encontro acadêmico do Grupo de Trabalho e-justiça. O objetivo foi debater as questões do governo eletrônico e a aplicação das novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) no judiciário. A atividade ocorreu em 27/05/2010 no Auditório do CCJ - Centro de Ciências Jurídicas da UFSC. As palestras foram as seguintes:

1) Juiz Federal João Batista Lazzari -O Processo Eletrônico na Justiça Federal

2) Juiz de Direito João Alexandre Dobrowolski Neto - O Processo Eletrônico no Poder Judiciário de SC

3) Juiz de Direito Cláudio Eduardo Régis Figueiredo e Silva - A Gestão do Judiciário e o Acesso à Justiça

4) Engenheiro do Conhecimento Aírton José Ruschel -Um modelo de apoio ao juiz na decisão do saneamento do processo


O evento foi prestigiado por 44 pessoas, cujos certificados estão disponíveis em
http://www.certificado.prpe.ufsc.br/index.php
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27 de mai. de 2010

evento GT e-justiça: Processo Eletrônico

Aírton José Ruschel

O Grupo de Pesquisa em Governo Eletrônico da UFSC promove o encontro acadêmico do Grupo de Trabalho (GT) E-justiça.

O objetivo é debater as questões do governo eletrônico e a aplicação das novas Tecnologias da Informação e Comunicação no judiciário (E-justiça).

O evento é organizado por pós-graduandos e professores dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) e Pós-Graduação em Direito (CPGD).

DATA: 27 de Maio de 2010, Quinta-feira.

LOCAL: Auditório do CCJ - Centro de Ciências Jurídicas - UFSC

AGENDA:

14 horas - Abertura com Prof. Dr. Aires José Rover
Pesquisas em Governo Eletrônico

Primeiro bloco:

14:10 Me. João Batista Lazzari - Juiz Federal:
O Processo Eletrônico na Justiça Federal

14:35 Me. João Alexandre Dobrowolski Neto - Juiz TJSC e coord. do CGinfo:
O Processo Eletrônico no TJSC

15:00 Debate do primeiro bloco

Segundo bloco:

15:30 Me. Cláudio Régis Figueiredo e Silva - Juiz TJSC e doutorando do CPGD:
A Gestão do Judiciário e o Acesso à Justiça

15:55 Me. Aírton José Ruschel - Doutorando do PPGEGC:
Um modelo de apoio ao juiz na decisão do saneamento do processo

16:20 Debate do segundo bloco

16:50 Considerações Finais e Encerramento

INSCRIÇÃO:

A participação é gratuita e será emitido certificado de extensão pela UFSC para os que assinarem a presença.

---> Faça sua inscrição clicando aqui.

Maiores informações pelo email airtonruschel@gmail.com



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6 de mai. de 2010

Mapa de injustiça ambiental

Aírton José Ruschel
.
Trata-se de um mapa referenciado na internet, usando a tecnologia do Google Maps. O objetivo é apoiar a luta de populações e grupos atingidos em seus territórios por ações governamentais e projetos de desenvolvimento que impactam desigualmente grupos sociais vulnerabilizados pela desigualdade social. O mapa permitirá o monitoramento de ações e projetos que enfrentem situações de injustiças ambientais relacionadas à saúde em diferentes territórios e populações das cidades, campos, florestas e zonas costeiras.
A partir de um filtro por UF, o interessado pode localizar no mapa as situações críticas e daí obter mais informações que constam dos registros do banco de dados.
Veja a notícia da Fapesp. Acesse o mapa aqui.
A proliferação do uso das interfaces de mapa está qualificando a informação para o cidadão dentro dos conceitos do governo eletrônico. A informação passa a ser verificada/questionada pelo usuário e pode receber sua contribuição para melhorar ainda mais o que está sendo informado. É a interação cidadão e governo (C <> G) se efetivando através das redes sociais.
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5 de mai. de 2010

Plano Nacional de Banda Larga entra em ação

Aírton José Ruschel
.
A Telebrás, que é uma sociedade anônima aberta de economia mista, criada em 1972, será a "nova" gestora da iniciativa do governo que prevê a popularização da internet rápida no País. A Telebrás, que é ligada ao Ministério das Comunicações, irá apoiar políticas públicas de conexão à banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais, postos de atendimento, telecentros comunitários e outros pontos de interesse público. A empresa deve prover a infraestrutura das redes para serviços de telecomunicações prestados por companhias privadas, estados, municípios e entidades sem fins lucrativos. Além disso, a Telebrás tende ofertar conexões para usuários finais em localidades onde não exista penetração adequada desse tipo de serviços.
A meta do governo reside na oferta de internet rápida por, no máximo, R$ 35 por mês, para o usuário final. O objetivo passa pela popularização do serviço junto às classes C e D e em locais ainda não atendidos pelas empresas privadas. O Plano prevê a implantação da banda larga em quase todos os municípios brasileiros até 2014.
Leia também Especial: o que está por trás da volta da Telebrás?
Esta iniciativa possibilitará que o Governo Eletrônico caminhe para sua efetivação no Brasil, pois o cidadão (C <> G) não precisará se deslocar fisicamente às instituições governamentais, que muitas vezes se situam nas capitais, para usufruir dos serviços públicos. Atualmente, como no caso do judiciário, já existe uma gama de serviços informatizados, mas os usuários dos locais mais remotos do Brasil, não tem acesso ao computador ligado à internet. Muitos fóruns de justiça e até prefeituras ainda estão à margem da rede, não permitindo sua integração com o Governo (G <> G). A banda larga permitirá o trânsito de arquivos de documentos e fotos digitalizados pela internet, os quais requerem uma banda larga rápida e de qualidade.
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30 de abr. de 2010

O antropólogo e a tecnologia dos chips

Aírton José Ruschel
Mestre em Antropologia
.
Antropologia é a ciência da humanidade ao examinar a vida humana e as variações das suas diferentes formas nos locais que são encontradas. Atualmente antropólogos também são formados para trabalhar em empresas inseridas globalmente, pesquisando modos de produção e consumo.
A fabricante de microprocessadores Intel mantém uma equipe de antropólogos para visitarem os diferentes países entrevistando as pessoas e "passando um tempo" em seus lares para pesquisar de que forma as pessoas usam a tecnologia. Os etnógrafos também questionam os gerentes de lojas de produtos eletrônicos para ver o que seus clientes desejam. Nos dias de hoje, eles afirmam que os clientes querem um cabo que conecte o seu computador ao seu aparelho de televisão.
Com as informações coletadas e organizadas pelos antropólogos, eles discutem com os engenheiros e ajudam na definição do lançamento de novos produtos e o seu impacto de uso nas diferente culturas mundiais.
Leia mais sobre o mercado de televisores na notícia do The Economist.
Entrevista do antropólogo da Intel Genevieve Bell Quando culturas formatam tecnologia.
Num contexto tão complexo como é o judiciário brasileiro, os antropólogos também podem pesquisar de que forma a mesma lei e os ritos processuais são aplicados nos diferentes subsistemas estaduais de justiça. Mesmo o uso da tecnologia e do novo processo digital no contexto do e-justiça não garantirá que os diferentes tipos sociais sejam processados de forma homogênea.
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28 de abr. de 2010

Biodiversidade da Amazônia em mapas do Google

Aírton José Ruschel
.
O uso de mapas com informações e links georeferenciados tem se tornado um instrumento muito útil para qualificar as interfaces das corporações, sejam elas privadas ou públicas. Este tipo de aplicação vem em muito apoiar o governo eletrônico, pois a partir de uma interface intuitiva de mapas, o usuário pode chegar em outras informações que estão em banco de dados.
.
O Biomapa da Amazônia, patrocinado pela Petrobrás, disponibiliza na internet o mapeamento de espécies vegetais e animais da província petrolífera de Urucu (AM). A visualização e pesquisa são feitas por meio do Google Maps ou Google Earth aos quais foram linkados vídeos e fotos do YouTube, Flickr e Picasa, sobre expedições realizadas ao local nos últimos anos por biólogos, engenheiros florestais e de coletores locais, entre outros especialistas ambientais.
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Biomapas: www.petrobras.com.br/biomapas
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16 de abr. de 2010

Seminário de Ontologias na UFSC


Aírton José Ruschel

A pesquisa em Ontologia é reconhecida em todo o mundo como um tema eminentemente interdisciplinar, no qual convergem áreas tão distintas como Ciência da Computação, Ciência da Informação, Filosofia, Inteligência Artificial, Linguística.
O 3º. Seminário de pesquisa em Ontologia no Brasil está sendo organizado por professores e alunos dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPEGC) e Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PGCIN), ambos da UFSC, sob coordenação geral do professor e pesquisador Fernando Ostuni-Gauthier. O tema enfocado é “Glossários, taxonomias e tesauros - enriquecendo as Ontologias”. O evento pretende montar uma rede de pesquisadores na área de ontologias, que propicie o desenvolvimento de uma agenda conjunta de pesquisas e trabalhos colaborativos.
O uso de ontologias torna-se importante para a explicitação e organização do conhecimento de uma determinada área, a exemplo da justiça. Isto permitirá a comunicação de sistemas a partir do uso de webservices e robots.

Site do evento
Aplicação de ontologia no Judiciário de Ruschel & Rover

Site do LEXML










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13 de abr. de 2010

Internet móvel superará a fixa em 2014

Aírton José Ruschel
As aplicações de governo eletrônico terão que entrar em conformidade com esta tendência do uso crescente dos dispositivos móveis ligados a internet, identificada pela analista de internet Mary Meeker. A pesquisadora da consultoria Morgan Stanley trabalha nesta pesquisa desde 1995 e apresentou estes resultados no evento Google.
Ela observou o crescimento das redes sociais e do uso dos dispositivos móveis, o que irá afetar os consumidores, a indústria de infraestrutura e hardware e o potencial de comercialização na web. Também afirmou que estamos vivendo uma nova onda, a da internet móvel, e que dentro de 5 anos haverá mais usuários conectados a internet por dispositivos móveis do que por PCs desktops.
Veja a notícia no site do GIGAON com a apresentação completa da pesquisa no Scribd.
A justiça brasileira, a qual ainda encontra-se enclausurada nos foruns, precisará abrir seus sistemas para o pleno acompanhamento do cidadão. Considerando a pesquisa de Meeker, a modernização do judiciário terá que prever e estimular o uso da computação móvel no sentido da ubiquidade. Estes dispositivos poderão auxiliar o juiz no despacho de atos processuais críticos e na consequente agilização dos processos.
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Postado por Aírton José Ruschel às 12:33 Nenhum comentário:
Marcadores: e-justiça, egov, RUSCHEL, ubiquidade
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