Observatório: Democracia Digital e Governo Eletrônico

Observando o twitter

  • Governo eletrônico
  • Inclusão digital
  • Sociedade do conhecimento

Observando pelos mapas

  • Conselhos de Segurança Pública em SC
  • Defesa Civil no Brasil
  • Instituições de Saúde Pública
  • Instituições de Segurança Pública em Santa Catarina
  • Postos de Coleta de Resíduos
  • Promotorias de Justiça em SC
  • Órgãos Ambientais de Fiscalização

Observando as bibliotecas digitais

  • Cairn - francês

Projetos do grupo

  • Repositório de trabalhos
  • Projeto Mapas observatório
  • Revista Democracia e egov

Projetos de pesquisa

  • Aírton José Ruschel
  • Edson Rosa Gomes da Silva
  • Egon Sewald Junior
  • Giovani de Paula
  • Juliano Tonizetti Brignoli
  • Marciele Berger Bernardes
  • Marcus Vinicius A S Ferreira
  • Paloma Maria Santos

Postagens do grupo

  • Geovana (16)
  • Giovani (25)
  • Grasiela (8)
  • Juliano Brignoli (7)
  • Lazzari (2)
  • MarcusVinicius (10)
  • RUSCHEL (82)
  • STRAPAZZON (29)
  • aires (69)
  • cella (5)
  • edson (44)
  • egon (7)
  • golin (5)
  • helio (19)
  • marciele (20)
  • paloma (18)

Observatório do governo eletrônico


Novo portal: http://egov.ufsc.br/portal/


Seguir no twitter: http://twitter.com/#!/observaoegov
Mostrando postagens com marcador internet. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador internet. Mostrar todas as postagens

19 de nov. de 2010

Buscando fontes para desenvolver o mapa de e-gov, me deparei com esta monografia recém saída do forno e já premiada, recebeu o prêmio Menção Honrosa no 5° Concurso de Monografias da CGU – 2010, com o título Accountability e Internet: análise dos portais Câmara dos Deputados do Brasil e United States House of Representatives, a autora Silvana Moreira Silva, (Universidade Federal da Bahia) objetiva identificar quais elementos permitem o “controle cognitivo” do cidadão sobre as ações dos deputados da Câmara dos Deputados, ou seja, instrumentos que permitem conhecer e acompanhar as ações do Estado.

Para tal, foi analisado qualitativamente o conteúdo dos portais, identificando informações referentes a controle e accountability, sempre que possível, estabelecendo comparações entre as duas experiências e as associando à fundamentação teórica.

Fatores referentes à dinâmica do Estado democrático contemporâneo e às possibilidades de comunicação online entre agentes, instituições estatais e cidadãos foram levantados para discutir as possibilidades de monitoramento dos cidadãos sobre o Estado e o mecanismo de accountability aplicado à democracia digital brasileira e norteamericana.

A autora conclui que os elementos disponíveis nos portais facilitam a vigilância sobre as ações dos gestores públicos, bem como servem para exercer pressão sobre agências de controle para a promoção de accountability, contribuindo, então, para inibir ações ilegais, como a corrupção.

Vale a pena a leitura completa do material que está disponível em:

http://www.cgu.gov.br/concursos/Arquivos/5_ConcursoMonografias/MH-universitarios-silvana-moreira.pdf

Postado por Claudia Bueno às 17:04 Nenhum comentário:
Marcadores: Claudia Bueno, Disciplina egov 103, internet, processo legislativo, transparencia

29 de ago. de 2010

Universalização da lnguagem na internet


Internet ajuda a popularizar linguagem "universal"





Poema de García Lorca em esperanto é exibido em livraria espanhola
Foto: EFE
Que as pessoas de todo o mundo possam se entender graças a uma língua comum é uma utopia perseguida, por filantropia ou puro pragmatismo, há milênios. A narração bíblica da Torre de Babel teve sua enésima versão quando, no final do século XIX, um médico polonês difundiu uma língua adaptada para se tornar um idioma auxiliar internacional.
Ludwik Lejzer Zamenhof, oftalmologista e linguista polonês de origem judaica, assinou seu primeiro livro, A língua internacioal - publicado em 1887 - como Doktoro Esperanto (Doutor Esperanto), um pseudônimo que daria nome à nova linguagem artificial, em cuja criação ele havia trabalhado por mais de uma década.
Seu objetivo era que ela servisse como um idioma auxiliar internacional, uma segunda língua de fácil aprendizagem que permitisse a pessoas de qualquer parte do mundo se entenderem. Um papel utópico que, bem ou mal, tem sido desempenhado pelo inglês - ainda que a língua inglesa não tenha o caráter neutro com que sonhou Zamenhof.
Atualmente, aquela que muitos consideram uma língua morta é falada por um número de pessoas que, segundo fontes, oscila entre cem mil e dois milhões em todo o mundo, da China à América Latina. É uma estimativa ampla, que "se deve a não haver um censo que investigue o número de falantes do esperanto e ao fato de se poder incluir nesse número desde quem só sabe dizer 'bom dia' até quem a utiliza diariamente", explica o presidente da Federação Espanhola de Esperanto, Pedro Hernández.
"Na Espanha, as últimas estatísticas que tenho dizem que há cerca de 15 mil falantes de esperanto no país, ainda que não se tenha como saber com certeza, é mais ou menos como perguntar quantas pessoas tocam violão", explica.
Com o fim de debater sobre os métodos de aprendizagem e promoção desta língua, no mês passado foi realizado em Cuba o 95º Congresso Universal de Esperanto. Mais de mil pessoas de 60 apíses participaram de um encontro cuja primeiro edição se realizou em 1905 e que este ano tratou de demonstrar que "é uma língua sem fronteiras nas áreas da paz e da comunicação dos povos", segundo declarou neste encontro o presidente da Liga Internacional de Professores de Esperanto, Stefan MacGill.
O impulso da internet
Entre os métodos de promoção se sobressai a divulgação virtual. Na atual sociedade global, a internet vem dando um empurrão no esperanto, que ganha força como uma possibilidade de facilitar a comunicação com o mundo, embora nem os mais otimistas considerem que ela possa se posicionar como uma alternativa ao inglês.
"A internet proporcionou um 'boom' para o nosso idioma. Antigamente, nos anos 20, os esperantistas mantinham correspondência, mas as cartas levavam meses. Hoje temos meios como o correio eletrônico, os chats, Skype e redes sociais como Facebook, que fizeram com que muitas pessoas se interessassem pelo esperanto para se comunicar na rede", explicou Hernández.
O esperanto também chegou à Wikipedia, a famosa enciclopédia virtual livre, que dispõe de uma versão neste idioma que já inclui mais de 132 mil artigos.
O principal portal de aprendizagem virtual é o Lernu (lernu.net), um site gratuito criado em 2004 e que conta com mais de 89,3 mil usuários registrados, divididos por níveis - nulo, básico, médio e alto. Mas a internet é apenas uma das vias para aprender esperanto. As principais são os cursos presenciais ou por correio em associações, organizados pela Liga Internacional de Professores de Esperanto, e outra alternativa é aprender de forma autodidata.
"Com outros idiomas isso não seria possível, mas com o esperanto pode ser feito por causa de suas regras simples", explica Antonio del Barrio, diretor da Fundação Esperanto, fundada em 1969 por Miguel Sancho Izquierdo e que trabalha de forma paralela à Federação Espanhola, encarregando-se das questões administrativas, pesquisas históricas e trabalhos editoriais.
Essa estrutura simples a que se refere Del Barrio buscava permitir uma aprendizagem rápida por parte de pessoas com qualquer língua materna. Assim, o esperanto tem 16 regras gramaticais sem exceções, um alfabeto fônico que facilita a pronúncia, uma estrutura regular para suas terminações e uma base léxica formada por raízes do latim e de línguas indoeuropeias e germânicas.
Às possibilidades comunicativas que o esperanto oferece se soma uma vantagem que vem ganhando relevância nos últimos anos, o "pasporta servo" (serviço passaporte), uma rede mundial na qual as pessoas inscritas oferecem alojamento gratuito, com o único requisito de que o hóspede seja um falante de esperanto.
O serviço, que funciona desde 1974, pemite aos esperantistas viajar por todo o mundo de uma forma econômica e assim aproximar-se dos objetivos originais desta língua. "Há valores que incentivam a aprender esperanto, como o interesse por se comunicar com gente de outros países e conhecer outras culturas e isso reúne uma série de princípios éticos como o respeito aos demais", diz Pedro Hernández.
"Só uma língua ou também ideologia?"
Esses valores estão assentados vagamente na doutrina filosófica que impulsionou Zamenhof, o homaranismo, um ideário pacifista que "pretendia basear as relações humanas em valores humanistas", explica Hernández.
Mas os esperantistas esclarecem que não existe uma ideologia por trás da língua. "Há associações de esperantistas religiosas e ateias, de direita e de esquerda, de amigos dos gatos, homossexuais, ecologistas ou fãs de rádio. Afinal, a língua é um meio de comunicação e cada um a usa para as finalidades que bem entender", afirma o presidente da Federação Espanhola de Esperanto.
Esta separação não esteve tão definida nas primeiras décadas do século XX, quando o esperanto se associava a movimentos anarquistas e operários. Isso fez com que a Espanha fosse um dos centros do esperantismo durante o período da República (1931 - 1936) mas sofresse pressões durante a ditadura de Franco, sobretudo nos primeiros anos, e seus falantes eram vistos com receio.
"Durante o franquismo, houve pessoas que deixaram de falar o esperanto para não se meter em problemas, mas a situação na Espanha não foi muito radical, de fato, nos anos 60 havia simpatizantes do regime que o falavam. Na Alemanha de Hitler, por exemplo, o esperanto foi diretamente proibido e sob o regime de Stálin, na Rússia, se chegou inclusive a matar os esperantistas", cota Antonio del Barrio.
Hoje, já sem pressões governamentais nem vinculações políticas ou ideológicas, o esperanto sobrevive entre os que o veem como a utopia com tinas humanistas do doutor Zamenhof e os que defendem, com dados na mão, que é uma língua viva com usos reais e que tem excelente saúde graças às possibilidade que agora lhe trazem o mundo virtual.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4624546-EI8266,00-Internet+ajuda+a+popularizar+linguagem+universal.html

15 de agosto de 2010 • 17h49
Postado por Giovani de Paula às 18:09 Nenhum comentário:
Marcadores: Giovani, internet, linguagem, unversalização

24 de ago. de 2010

Entrevista: uso de redes sociais nas campanhas é… pífio


Professor Silvio Meira (UFPE) entrevista Manuel Fernandes (consultor da bits.com.br) sobre o uso da internet nas campanhas eleitorais que você pode acompanhar a seguir...
Meira: olhando para a política, como está o uso das redes sociais nas campanhas?


Manoel: Pífio. Redes sociais são mais complexas que imaginamos. Não adianta nada chegar três meses antes das eleições e mandar uma mensagem para o eleitor: Olha, estou aqui. Sou o seu candidato no Twitter. Política se faz 24 horas por dia, sete dias por semana. E as redes sociais na política devem seguir essa premissa. Mas sou otimista e estamos diante de uma eleição que servirá como laboratório de testes de uma nova geração de parlamentares para as assembléias legislativas, câmara dos deputados e senado. Então, teremos quatro anos de grande atividade e uma eleição em 2014 completamente diferente e mais densa do ponto de vista das redes sociais.


Meira: em particular, como estão as três principais campanhas para presidente?


Manoel: Como decidimos desde o início não nos envolver em campanhas políticas não tenho muitas informações sobre bastidores, mas acho que os candidatos estão fazendo um uso razoável. Serra, sem dúvida, é o mais objetivo nessa relação com os eleitores, Dilma ainda está entendendo a lógica e vem fazendo avanços significativos. Marina faz o uso mais estruturado das redes sociais em função de uma equipe bem afinada e conhecedora desse universo.


Meira: na sua opinião, qual será o impacto da internet [como um todo...] nesta eleição?

Manoel: Ninguém ganhará a eleição apenas porque usa bem a internet e as redes sociais. O que vai acontecer é a construção de novas percepções dos políticos e dos eleitores que não terão mais intermediários na sua relação. A imprensa clássica, nesse universo, perdeu espaço e relevância como o filtro entre esses dois personagens. Esse será o grande saldo dessa campanha. Um novo eleitor e com alguma sorte uma nova classe política.

Meira: daqui até a próxima eleição, o que os candidatos deveriam aprender sobre redes sociais?

Manoel: Que não adianta usar a rede apenas na e para a campanha. Porque fazendo isso parece vendedor de Bíblia que bate na sua porta e retorna quatro anos depois com o mesmo produto.

Meira: isso inclui gestão de mandatos e de seu eleitorado, passado e futuro?

Manoel: Os políticos estão diante de um novo modelo de democracia, mais direta e transparente. Por muito tempo eles viraram as costas para os eleitores e agora essa cortina não existe mais. Os eleitores estão bem mais próximos dos gabinetes dos seus parlamentares. A distância se resumiu a um tweet ou um scrap no Facebook.

Para acesso ao inteiro teor da entrevista acesse: http://smeira.blog.terra.com.br/
Postado por Marciele às 19:16 Nenhum comentário:
Marcadores: e-democracia, internet, marciele, propaganda eleitoral

23 de ago. de 2010

Censura na internet


Obama vai desligar a internet?
Medo de "11 de setembro virtual" faz com que os EUA discutam formas rígidas de controlar o tráfego na web, como fez a China
Hélio Gomes

FUTURO?
Fotomontagem ilustra o poder que o presidente americano pode adquirir
O que parecia uma teoria da conspiração digna de Hollywood está cada vez mais perto de se tornar realidade. No início de setembro, o Senado americano deve colocar em votação um projeto de lei que pretende garantir, assim como no caso do uso de armas nucleares, que o presidente tenha o “poder absoluto” de bloquear o acesso a zonas da internet sob risco de ataques virtuais. O embargo duraria no mínimo quatro meses e não dependeria de consulta prévia ao Congresso. Dessa forma, a paranoia com a perspectiva de ações terroristas no mundo virtual coloca a maior democracia do mundo no mesmo patamar da China, criticada pela comunidade internacional por censurar o acesso livre à web.
Formulada pelo senador democrata Jay Rockefeller, famoso por atacar a liberdade de expressão digital, a proposta virou febre nos fóruns de discussão online. Quem digita “internet kill switch” (algo como “botão que desliga a internet”) no Google encontra mais de meio milhão de citações. “Precisamos ter o mesmo tipo de controle da China”, disse Rockefeller em entrevista à rede de tevê CNN. Além disso, o senador ainda sugere a criação de uma espécie de RG digital capaz de identificar os usuários durante as sessões de navegação (leia quadro).
“Esse tipo de discussão está totalmente fora de questão por aqui”, diz Demi Getcho, membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil e um dos pioneiros da web no País. “O que a China faz só influencia os chineses. Já no caso americano, é preciso lembrar que alguns dos sites mais populares do mundo estão nos Estados Unidos”, explica Get¬cho. Ele fala de gigantes como o motor de buscas Google, a rede social Facebook ou a livraria Amazon. Procurado pela reportagem de ISTOÉ, o escritório brasileiro do Google preferiu não se manifestar sobre o assunto.
“A internet é um instrumento do povo, os governos vêm depois”, diz Paulo Castro, diretor-geral do Terra Brasil, portal que hospeda o site de ISTOÉ. “Não há espaço para esse tipo de paranoia”, afirma o executivo. Ele lembra que o impacto do cerceamento no trânsito da informação pode ser ainda mais desastroso para o comércio eletrônico. Já Getcho recorre ao mundo real para ilustrar o que ocorre na web: “Quem constrói uma praça precisa de autorização. Quem passeia por ela deve ter o direito de permanecer incógnito.”
Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/96550_OBAMA+VAI+DESLIGAR+A+INTERNET+
Postado por Giovani de Paula às 20:17 Nenhum comentário:
Marcadores: Giovani, informação, internet

23 de jul. de 2010

Processo legislativo e internet

O uso da internet como canal de diálogo entre sociedade e Estado vai tornar cada vez mais possível a participação democrática no processo legislativo. Isso fará com que o "espirito das leis" cada vez mais se alinhe com os sentimentos e aspirações populares. É o Governo Eletrônico a serviço da democracia.




"Fórum de software livre terá painel sobre Marco Civil da Internet


Brasília, 21/07/10 (MJ) - A construção do Marco Civil da Internet, proposta de lei brasileira para garantir direitos e liberdades e determinar responsabilidades no ambiente virtual, será um dos temas abordados no Fórum Internacional Software Livre (FISL) que acontece de 21 a 24 de julho, em Porto Alegre (RS).

O trabalho, capitaneado pela Secretaria de Assuntos Legislativos (SAL) do Ministério da Justiça, é o primeiro projeto que seguirá para o Congresso Nacional depois de ser elaborado de maneira colaborativa, com ampla participação popular, por meio de um debate feito pela web.

O uso da Internet para debater e elaborar leis vai ser assunto do painel "Consulta Pública 2.0: Direito Autoral e Marco Civil", que acontece às 17h desta quarta-feira (21). O Marco Civil da Internet volta à pauta do FISL na sexta-feira (23), às 17h, na discussão "Marco Civil: A Construção Colaborativa de Direitos e Deveres na Internet", quando será apresentado em detalhes o processo de elaboração da proposta legislativa.

O debate aberto sobre o Marco Civil da Internet foi encerrado no dia 30 de maio, e agora a SAL fecha o texto final da minuta de projeto de lei, que deve ser apresentado ao Congresso ainda neste ano.

As apresentações sobre o Marco Civil da Internet no FISL serão feitas pelo gestor do projeto, Paulo Rená. “O processo legislativo no Brasil ganhou uma nova ferramenta” resume ele, e defende que o ganho maior é da sociedade. “A forma como o Marco Civil foi construída é uma inovação no modelo de participação social no processo legislativo e pode ser um caminho para intensificar a democracia”, afirma Paulo Rená.

O painel sobre discussão de políticas públicas pela web terá ainda participação da equipe da plataforma Cultura Digital, do Ministério da Cultura, que hospedou o debate sobre o Marco Civil.

A História do Marco Civil da Internet

O Marco Civil da Internet nasceu de um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o 10° Fórum Internacional Software Livre, que aconteceu em Porto Alegre (RS), em junho de 2009. Na ocasião, Lula determinou ao Ministério da Justiça elaborar um projeto de lei em sintonia com o que a sociedade queria, ou seja, uma regulação para a web com o objetivo de “responsabilizar, mas não proibir ou condenar”.

Coube então à Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça elaborar uma proposta legislativa que determinasse garantias e direitos sobre o uso da Internet no Brasil. Optando por um modelo colaborativo para construir o Marco Civil da Internet, a SAL iniciou em 29 de outubro de 2009, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro, uma consulta aberta à sociedade para discutir o tema.

A primeira fase durou até o dia 17 de dezembro de 2009, quando foram registradas mais de 800 contribuições da sociedade e uma média de 1.500 visitas diárias ao endereço que hospedou as discussões, o www.culturadigital.br/marcocivil.

O debate foi reaberto em 8 de abril, desta vez já em formato de minuta de anteprojeto de lei, e os internautas puderam comentar cada artigo e sugerir novas redações. A segunda fase foi encerrada em 30 de maio com um saldo de 59.356 visitas e 1.168 comentários ao texto provisório do Marco Civil da Internet. A versão final do projeto deve ser definida pelo governo federal nas próximas semanas."

Fonte: http://portal.mj.gov.br/data/Pages/MJ667121FBITEMID6A264418CCB64BAF9B15B5EE1E4D7B74PTBRIE.htm

acesso em: 21/07/2010 - 16:32h
Postado por Giovani de Paula às 20:11 Nenhum comentário:
Marcadores: democracia, Giovani, internet, processo legislativo

6 de jul. de 2010

Finlândia é o primeiro país a tornar internet direito universal

A Finlândia se tornou, em primeiro de julho, o primeiro país a transformar o acesso a internet em um direito universal. Assim como acontece com o fornecimento de água e luz, todos os cidadãos finlandeses agora têm assegurada uma conexão de ao menos 1 Mbps em seus lares e empresas.

A medida fora proposta em outubro de 2009 e aprovada pelo governo, mas só agora entra em vigor. De acordo com a lei, as 26 empresas de telecomunicações que operam naquele país estão obrigadas a fornecer infraestrutura para todas as residências e a oferecer o serviço a um “preço razoável”.

“De agora em diante, uma conexão de banda larga relativamente barata será um direito básico de todos na Finlândia”, afirmou a ministra das Comunicações, Suvi Lindén.
A lei também obriga as companhias a aumentar a largura da banda para 100 Mbps até 2015.

Na prática, a nova legislação beneficia pequena parte da população. De acordo com o governo, 96% dos lares do país de cinco milhões de habitantes já possuem acesso à internet, sendo que, na maioria dos casos, a velocidade disponível já supera o 1 Mbps. Os 4% restantes são moradores de áreas rurais, onde o serviço ainda não chegou por não ser economicamente rentável. É a eles que a lei se direciona.

De outubro a julho, as operadoras tiveram que ajustar suas redes para que elas chegassem aos locais mais distantes. A Ficora, agência reguladora local, não estabeleceu regras para o tipo de conexão. Nessa medida, algumas empresas optaram por oferecer serviços de conexão sem fio e outras, a cabo.

Fonte, Saiba mais!
Postado por Edson Rosa Gomes da Silva às 11:41 Nenhum comentário:
Marcadores: edson, inclusão digital, internet

12 de abr. de 2010

Reaberto o debate sobre Marco Civil da Internet

Aírton José Ruschel
Está disponível para consulta pública uma versão preliminar do anteprojeto de lei sobre o Marco Civil da internet no Brasil. O projeto será um conjunto de regras para garantir direitos, determinar responsabilidades e orientar a atuação do Estado no ambiente virtual. O debate foi aberto dia 8/4 (extendido por 45 dias) e é organizado pela Secretaria de Assuntos Legislativos (SAL) do Ministério da Justiça. Uma versão preliminar do anteprojeto de lei está disponível no endereço http://culturadigital.br/marcocivil. Por meio de comentários no blog, todos os internautas poderão comentar os artigos do anteprojeto e participar da construção de uma legislação brasileira sobre o uso da rede. Para contribuir é necessário apenas se cadastrar no Fórum da Cultura Digital, rede social mantida pelo Ministério da Cultura.
Esta discussão deverá possibilitar um projeto flexível e adaptável ao longo do tempo, já que ainda não se sabe quais os resultados sociais da inserção digital da imensa massa da população que está à margem deste processo. O uso de blog para esta construção coletiva mostra o alcance que esta ação pode ter. É o governo utilizando as ferramentas Web.
Veja a notícia no site do MJ.
Acesse o blog de discussão.
Postado por Aírton José Ruschel às 16:33 Nenhum comentário:
Marcadores: e-gov, internet, RUSCHEL

31 de mar. de 2010

Um novo olhar sobre a Internet das Coisas

O grupo “Smarter Planet” da IBM desenvolveu um vídeo animado cheio de idéias, explorando os relacionamentos e os dados interconectados que fazem a envolvente “Internet of Things.”

Assista o vídeo do You Tube.

VIDEO: A New Look at The Internet of Things
Postado por Aírton José Ruschel às 21:23 Um comentário:
Marcadores: internet, RUSCHEL, vídeo
Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Postagens (Atom)

Links vinculados ao grupo

  • professorando
    Novo portal do professorando
  • e-judiciario
    Maratona PJe
  • Encontro de Governo Eletrônico e Inclusão Digital
    Investasi Tepat Untuk Anak
  • buscalegis
    FRANÇA - Peculiaridades jurídicas do comércio eletrônico
  • Complexidade, conhecimento e sociedade em rede
    NOVO PORTAL da disciplina complexidade, conhecimento e sociedade em rede
  • Laboratório de Informática Jurídica
    NOVO PORTAL da disciplina informática jurídica
  • Biblioteca 325
    NOVO PORTAL da biblioteca do grupo
  • Projetos 325

Disciplinas

  • Disciplina egov 093 (50)
  • Disciplina egov 102 (17)
  • Disciplina egov 103 (25)
  • disciplina egov 092 (34)

Alunos

  • AnaLuisa (4)
  • Angela Iara Zotti (2)
  • Claudia (6)
  • Claudia Bueno (4)
  • Eloi Yamaoka (9)
  • Grasiela (8)
  • Isabela (2)
  • José Paulo (2)
  • Juliano Brignoli (7)
  • Katia (8)
  • Leonor (5)
  • Liz Lanzoni (16)
  • Michella (1)
  • Vanessa Barros (3)
  • canut (5)
  • carla (8)
  • christiano L (3)
  • eloise petter (6)

Eventos

  • Alagoas Digital (4)
  • CONPEDI (2)
  • EVEGOV (7)
  • JAIIO (6)
  • cebit (1)
  • ciawi (1)
  • congesp (1)
  • dexa (1)
  • eges (1)
  • egovis (1)
  • epart (1)
  • eventos (57)
  • fcrc (1)
  • iadis (3)
  • ifip (2)
  • keod (1)
  • sieci (1)
  • subtech (1)
Tema Simples. Tecnologia do Blogger.